O real perde valor historicamente em relação ao dólar. Guardar parte do patrimônio em dólares é uma forma de proteção cambial: mesmo que o real desvalorize, seu poder de compra em moeda forte se mantém. É o que investidores institucionais fazem — e agora está acessível para qualquer brasileiro.
Especialistas em finanças pessoais geralmente recomendam entre 10% e 30% do patrimônio total em moeda estrangeira, dependendo do perfil de risco e dos objetivos. Não existe um número certo — o importante é começar.
1. Fundos cambiais: acessíveis via corretora, mas têm come-cotas, IOF e taxas de administração.
2. ETFs de dólar (BOVA11, IVVB11): exposição indireta, não é dólar real na conta.
3. Conta em dólar no exterior: mais burocrático, exige abertura de conta fora do Brasil.
4. Conta digital em USD no Brasil: a opção mais simples — plataformas como o Piggy permitem ter dólares reais em conta bancária americana, enviando PIX do seu banco brasileiro.
Dólar em fundo é uma exposição financeira — você tem cotas que variam com o câmbio, mas não tem dólares reais. Dólar em conta significa que você tem USD depositado em uma conta bancária, que pode ser usado para pagar no cartão, fazer transferências internacionais ou sacar em qualquer lugar do mundo.
Com plataformas como o Piggy, o processo é direto: você abre a conta, envia um PIX em reais e o valor é convertido em dólares na hora, caindo na sua conta em USD. Sem TED internacional, sem corretora, sem burocracia. A taxa é de 1,0% sobre o valor — sem mensalidade e sem IOF adicional.
Sim. Brasileiros têm o direito de manter ativos em moeda estrangeira. O que é obrigatório é declarar à Receita Federal os valores mantidos no exterior acima de determinados limites. Plataformas reguladas emitem os documentos necessários para a declaração.